Andressa e Ariele Krol Deconto nasceram em 21 de outubro de 2006. Começaram a jogar basquete em 2018, convidadas pelo professor Plácido. O maior sonho das gêmeas de Mafra é chegar um dia à Seleção Brasileira. Paralelamente ao esporte, Arieli quer cursar medicina e Andressa, licenciatura em Artes.
Mais outros dois professores treinam gêmeas em suas equipes que participam dessa edição dos Jesc. É o caso da professora Lediane, da Escola Estadual Jurema Savi Milanez, de Quilombo. Ela treina as atletas de voleibol, Júlia e Eloisa Zanatto Panição.
Júlia e Eloisa
nasceram em 18 de julho de 2005. A prática esportiva sempre fez parte da vida
das irmãs. “Desde criança fazíamos quase tudo juntas. Começamos no futsal, mas
depois mudamos para o vôlei e nos apaixonamos por esse esporte, no qual
treinamos desde que tínhamos 12 anos”, disse Eloisa, com um sorriso afirmativo
da irmã.
Para a professora Lediane, Júlia e Eloisa são “muito parceiras, educadas, esforçadas e comprometidas com o esporte e com a equipe”, elogiou a docente.
O outro treinador que tem gêmeas em sua equipe é o professor Emiliano, da Escola Estadual Vidal Ramos Júnior, de Concórdia, do futsal.
Samanta e Sabrina
Moraes Vicini nasceram em 27 de maio de 2006, e desde pequenas são apaixonadas
pelo futebol e posteriormente pelo futsal. “Começamos a jogar com os meninos,
quando tínhamos 7 anos e com o tempo, fomos tendo a certeza de que queremos
seguir carreira no futsal”, ponderou Sabrina com alegria.
.Dois fatos inusitados que aconteceram com as irmãs e destacados por elas foram: quando ainda bebês, a mãe deu mamadeira para uma delas duas vezes. A outra com fome chorou bastante ao longo de certo tempo. A mãe pensou que a bebê estava doente e só após o horário da próxima mamadeira, teve a sensação de que poderia ter esquecido de uma delas.
O outro fato aconteceu recentemente durante uma partida de futsal. Após uma falta, o árbitro rapidamente aplicou o cartão amarelo. Mas para a atleta errada. Samanta que foi quem cometeu a falta chegou ao árbitro e explicou o ocorrido, que corrigiu o que havia feito.
Momentos como esse fazem dos Jogos Escolares de Santa Catarina não somente um momento de competições, mas, sobretudo de construção de novas amizades, vivências e compartilhamento de vidas. Muito mais que gols, pontos, cestas, arremessos... São histórias como essas que fazem do esporte cada vez mais apaixonante...
(Texto e Fotos:
Delamare de Oliveira Filho / Design das Fotos – Camila Beal Silva – ambos da Assessoria
de Comunicação da Fundação Catarinense de Esporte - Fesporte).







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